domingo, 28 de setembro de 2008






Sábado, 27 de setembro de 2008, 15h39 
Multidão na Canção Nova surpreende Padre Rufus

Da Redação

Padre Rufus, sacerdote da Arquidiocese de Bombaim, Índia


Em 30 anos de evangelização por vários países, o exorcista padre Rufus Pereira que veio da Índia para pregar um retiro de oração na sede da Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista, se mostra impressionado com a multidão de pessoas presente no evento, "estou surpreso", afirma numa coletiva realizada nesta manhã na sede da comunidade. Recentemente em sua terra natal não é comum ver cristãos reunidos assim, o país vive uma grave onda de violência contra a comunidade cristã.

Esta é a quarta vez que o sacerdote prega retiros sobre cura e libertação na Canção Nova. Para ele esse surpreendente número de pessoas, é devido a esperança que trazem em Jesus. "Certamente é algo que foi dito no ano passado ou anteriores, que deu a eles a esperança de que o Senhor vai solucionar seus problemas", diz.

Pe. Rufus destaca como o Evangelho que "a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos", daí a importância de meios comunicação como os da Canção Nova para potencializar o alcance da palavra de Deus. "A igreja precisa desses lugares, dessas comunidades, e os documentos recentes da Igreja salientam isso", afirma, "uma comunidade como a Canção Nova, que trabalha pela renovação da Igreja, pode oferecer cura e libertação para pessoas que estão com dificuldades".


Na pregação desta manhã o sacerdote explicou o caminho pelo qual as pessoas que buscam a cura devem seguir: "Muitas pessoas vem falar comigo nos encontros, pedindo para serem curadas de dor de cabeça, paralisia, etc, e Jesus quer curá-las, mas Ele diz para buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus".


Diante do Centro de Evangelização da Canção Nova com capacidade para 70 mil pessoas, lotado, Pe. Rufus recordou o quanto Jesus tinha compaixão das multidões, "elas eram como ovelhas sem pastor, por isso que essas pessoas vêm, vêm até aqui esperando que algo aconteça". 

Tags: padre Rufus Canção Nova Acampamento de Oração

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Elogio, um remédio que cura



Não precisamos esperar nobres gestos para elogiar alguém


Muitas vezes, salta aos nossos olhos apenas os defeitos de quem está ao nosso lado, mas, raramente, tecemos algum comentário sobre suas qualidades. 

As críticas - especialmente quando falta o bom senso nas palavras - tendem a criar uma barreira entre o casal. E a pessoa, por medo de ser novamente repreendida em seus atos, sente-se inferiorizada e, conseqüentemente, mais insegura, até mesmo diante daquele que poderia ser o seu apoio. 


Em nossos relacionamentos, muitas promessas de mudanças de comportamento, certamente, já tenham sido feitas, mas, infelizmente, poucas vezes cumpridas. Fazer uma série de cobranças a respeito daquilo que o outro não conseguiu, por via de regra, acaba se transformando em discussões que, raramente, poderão trazer algum resultado, exceto dores de cabeça e estresse. 

Ofuscada pelas decepções, a pessoa criticada se sente a menor das criaturas e incapaz perante o outro. Definir novas estratégias para restabelecer a vontade em continuar com aquilo que lhe era um desafio, torna-se pesado demais... 


Conseqüentemente, a decepção e toda uma carga de maus sentimentos parecem lançar por terra aqueles esforços investidos no compromisso. Assim como as más palavras destroem um caráter e corrompem as sementes das virtudes; as palavras cheias de benevolência aumentam nossa auto-estima, robustece nossa autoconfiança e, de maneira especial, fortalecem nossos vínculos muito mais do que bens ou presentes poderiam fazer. 


Algumas situações podem ter outro desfecho, quando elogiamos, sinceramente, as pessoas naquilo que para ela têm sido motivo de esforços. 


Todos nós, de alguma maneira, buscamos compensação para aquilo que fazemos. Nem sempre essas compensações precisam vir de um bem material. 

Talvez, o início para se alcançar o cumprimento das metas e objetivos, numa vida a dois, esteja contido nas palavras de encorajamento entre eles ou em simples elogios, mesmo quando aquilo que foi prometido, anteriormente, tenha manifestado pequenos sinais de mudança. 


Todos nós temos qualidades e podemos enaltecê-las por meio de elogios sem frisar tanto os defeitos, pois, se a pessoa que convive conosco mal percebe nossas qualidades, de quem poderíamos esperar tal reconhecimento? 

O elogio faz com que a pessoa perceba que é notada e, uma vez valorizada, cresce sua auto-estima e tudo contribui para fortalecer os vínculos entre o casal. 

Na verdade, estamos, através das palavras, encorajando nossa (o) companheira (o) a se empenhar ainda mais naquilo que ela está buscando ou se esmerar em outras, ratificando pelas palavras, o nosso voto de confiança. 


Não se trata de fazer elogios vazios, faltando com a sinceridade. 

Para a pessoa que amamos, os elogios são indicadores de que nos importamos com ela e queremos o seu crescimento. São práticas simples e eficazes que tampouco custam alguma coisa. Isso nada tem a ver com bajulação que, freqüentemente, pode não passar de uma tentativa de manipulação das coisas ou situações para obter certo benefício. 

Não precisamos esperar nobres gestos para elogiar alguém que esteja ao nosso lado. Pequenos e sinceros comentários podem tornar o dia de quem amamos muito mais agradável e não há contra-indicações, podendo ser aplicadas em qualquer relacionamento. 


Falar bem do outro, querer bem ao outro e promovê-lo é importante, pois, na verdade, os elogios são os aplausos aos esforços das mudanças que tanto acreditamos ser necessário para se estabelecer o bom convívio. 

Há muitas maneiras de mostrar a alguém o nosso carinho. E porque não acrescentar também a eficácia dos elogios? 


:: Ouça comentários adicionais do autor 





Um abraço, 


José Eduardo Moura
webenglish@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, trabalhando atualmente na na Fundação João Paulo II no Portal Canção Nova. 
Ouça comentários em MP3 de outros artigos em meu podcast 
12/09/2008 - 08h00

Tags: Relacionamento convivencia, familia