Blog do amigo Antonio
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Felicidade!

Hoje foi um dia maravilhoso...e quero dividir isso com vocês.
Ao terminar a minha primeira turma de Educação Digital, senti um imenso prazer de ter cumprido com o que me ofereceram pra realizar. Me senti feliz.
Agradeço a Deus pela missão que ali cumpri, sempre com dedicação e carinho, como é pra ser feito sempre.
Obrigado aos que acreditaram em mim, obrigado por terem me capacitado e obrigado Senhor por ter me ajudado a cada dia á levantar e partilhar o pouco que sei.
Que dia....
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
As múltiplas faces do sofrimento. Pe.Fábio de Melo

As múltiplas faces do sofrimento
Nas estradas da vida, o sofrimento é uma passagem
obrigatória.
Causa de muitos dizeres, motivo de muitos motivos,
o sofrimento humano figura nas mais diversas culturas
como um dos assuntos mais recorrentes. Muitos ramos de
conhecimento já se ocuparam dele. Ramos diferenciados,
evidenciando suas inúmeras faces.
O sofrimento é naturalmente interessante. Ele nos
instiga a uma aproximação respeitosa, pois parece condensar
boa parte do significado da vida. Compreender o sofrimento
parece nos oferecer uma chave de leitura para todas
as questões humanas, afinal ele perpassa toda a problemática
Quando o sofrimento bater à sua porta
da existência. Ele é o “lugar” onde reconhecemos nossa humanidade
em sua crueza mais venturosa.
A filosofia, desde sua matriz grega até os dias de hoje, empenhou-
se profundamente em suas tentativas de compreender
o sofrimento e suas causas mais profundas. A teologia sempre
se esmerou em articular a problemática da Revelação de Deus,
centro de suas investigações, com sua busca incansável por respostas
a respeito do sofrimento da condição humana.
A psicologia sempre se mostrou desejosa de fornecer caminhos
que aliviassem o peso de nossas mazelas. O objetivo de
sua pesquisa é favorecer ao humano uma estrutura psíquica um
pouco mais harmoniosa, livrando-o das neuroses e o ajudando
a conviver melhor com os limites que lhes são próprios.
A medicina, enquanto capacitada para dissecar a morfologia
do sofrimento, isto é, o corpo que padece, avançou
territórios interessantíssimos na luta contra a dor. Ela trabalha
com o corpo e sua condição de “matéria temporária”.
O corpo é matéria limitada, isto é, ele é propenso aos
limites e regras do meio em que está localizado. O corpo,
quando exposto ao calor, sofrerá as conseqüências do aquecimento.
Quando exposto ao frio, sofrerá as conseqüências
do resfriamento. Somos vulneráveis, e esta vulnerabilidade
é a porta de muitos sofrimentos.
O corpo é o território da dor. É nele que o sofrimento
e todas as suas faces se concretizam. Quando violentado
por alguma causa, o corpo responde com a dor.
Fábio de Melo
A dor é uma resposta natural do corpo. Ela sinaliza
para o limite que possuímos. É por isso que desde muito
cedo aprendemos a driblar os nossos limites. É simples.
Minimizar os limites é uma tentativa de evitar a dor. Este
aprendizado nós o fizemos a partir de regras práticas do
nosso dia-a-dia. Desde criança ouvimos a frase: “Não põe a
mão no fogo porque queima!”
O imperativo da expressão era uma forma de apontar
os limites que nos são próprios. Não temos uma pele resistente
ao calor das chamas. Possuímos este limite, e com ele
teremos que viver.
A medicina, ao ocupar-se das fragilidades do corpo,
busca encontrar caminhos para superar, ainda que temporariamente,
os poderes de sua finitude. O corpo, por estar sujeito
à regra que postula que “tudo o que é vivo um dia morrerá”,
experimenta constantemente o perigo da interrupção
de sua duração. Este é o objeto da medicina. O corpo é a
matéria da pesquisa, dos avanços e também dos fracassos.
A medicina não pára de buscar caminhos. Nas últimas
décadas, temos acompanhado uma forte campanha
dermatológica, solicitando à população que implante na
rotina de suas vidas o uso do protetor solar. Com o problema
das fendas na camada de ozônio, o aquecimento global
nos legou, além dos muitos que já temos, um novo limite.
Nossa pele não suporta a incidência dos raios que chegam
diretamente até nós. Sem a camada de proteção natural,
Quando o sofrimento bater à sua porta
que foi destruída pelas constantes agressões de nossas sociedades
industrializadas, somos agora obrigados a buscar um
recurso que nos proteja dos raios nocivos do sol.
É a medicina tentando driblar o limite do corpo. É
a tecnologia aplicada à preservação da saúde. É a tentativa
de minimizar os sofrimentos físicos, aqueles que as
radiografias detectam e que os exames revelam. É o corpo
e suas possibilidades de dor. É a carne humana e sua
fragilidade exposta; é o ser vivente e sua luta desesperada
contra a morte.
Mas não temos o desejo de nos ater a estas questões.
O nosso querer é menos pretensioso. Queremos, com
simplicidade, buscar tecer uma reflexão que nos favoreça
um jeito de acolher os sofrimentos que nos afligem, sem
permitir que eles nos destruam ou nos retirem a vontade
de viver.
Para favorecer este nosso desejo e torná-lo possível,
consideraremos o sofrimento a partir da díade: corpo –
alma. Dessa forma, ficará mais seguro continuar o caminho
que desejamos.
Os sofrimentos do corpo são os diretamente ligados
ao contexto da dor localizada, da dor material, física. O
corpo que envelhece, o corpo que padece com os limites
do tempo.
Já os sofrimentos da alma são os que se referem aos
desatinos dos afetos, aos conflitos espirituais, emocionais,
morais, enfim, tudo o que dói na vida humana e que não
tem uma materialidade, isto é, não pode ser radiografado,
nem tampouco identificado em exames laboratoriais.
Quando o nosso sofrimento é localizado e pode ser
curado mediante prescrições de remédios, estamos diante
de problemas para os quais a medicina já encontrou
a solução. Se temos uma enfermidade psíquica, fruto de
desordens químicas que geram tristezas, ou de distúrbios
emocionais, provenientes de nossos distúrbios cerebrais, a
medicina oferece inúmeros caminhos e possibilidades para
sararmos estas questões.
Mas o que podemos fazer quando estamos diante dos
limites que são próprios da vida e para os quais não existem
remédios? Como reagir diante dos acontecimentos trágicos
a que toda pessoa está sujeita? Como é que podemos nos
posicionar diante de tudo o que nos infelicita nestes tempos
tão marcados por inseguranças e violências?
Há algum jeito, alguma forma de fortalecer nossa estrutura
humana para que o sofrimento seja enfrentado sem
que ele se torne a causa de nossa ruína?
É possível administrar os sofrimentos e minimizar
suas ações sobre nós? A dor pode nos ensinar alguma coisa?
Podemos aprender alguma lição com os limites que são
próprios da vida?
É sobre estas questões que queremos refletir.
Autor Pe. Fábio de Melo, livro "Quando o sofrimento bater á sua porta". Capítulo 1
www.cancaonova.com
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
A Soberba

A Soberba
A soberba tem muitos filhos: orgulho, vaidade, vanglória, arrogância, prepotência, presunção, auto-suficiência, amor-próprio, exibicionismo...
A soberba é o pior de todos os pecados. É o que levou os anjos maus a se rebelarem contra Deus, e levou Adão e Eva à desobediência e ao pecado original. Alguém disse que o orgulho é tão enraizado em nós, por causa do pecado original, que "só morre meia hora depois do dono".
Por outro lado, por ser o oposto da soberba, a humildade é grande virtude, e que mais caracterizou o próprio Jesus: "Manso e humilde de coração" (cf. MT 11,29) e também marcou a vida de Maria: "Serva do Senhor" (Lc 1, 38), José e todos os santos da Igreja.
São Vicente de Paulo ensinava seus filhos que o demônio não pode nada contra uma alma humilde, uma vez que sendo soberbo, não sabe se defender contra a humildade. Por isso, com esta arma ele foi vencido por Jesus, Maria, José, São Miguel e pelos santos. A soberba consiste na pessoa sentir-se como se fosse a “fonte” dos seus próprios bens materiais e espirituais. Acha-se cheia de si mesma e se esquece de que tudo vem de Deus e é dom do alto, como disse São Tiago: "Toda dádiva boa e todo dom perfeito vêm de cima: descem do Pai das luzes" (Tg 1,17).
Conteúdo acessível também pelo iphone
O soberbo se esquece de que é uma simples criatura, que saiu do nada pelo amor e chamado de Deus, e que, portanto, d'Ele depende em tudo. Como disse Santa Catarina de Sena, ele [maligno] “rouba a glória de Deus”, pois quer para si os aplausos que pertencem só a Deus. São Paulo lembra aos coríntios que: "Nossa capacidade vem de Deus" (2 Cor 3,5). A soberba tem muitos filhos: orgulho, vaidade, vanglória, arrogância, prepotência, presunção, auto-suficiência, amor-próprio, exibicionismo, egocentrismo, egolatria, etc.
Podemos dizer que a soberba é a “cultura do ego”. Você já reparou quantas vezes por dia dizemos a palavra "eu"? "Eu vou"; "Eu acho"; "Eu penso que"...; "Mas eu prefiro"..., etc... A luta do cristão é para que essa “força” puxe-o para Deus e não para o ego. Jesus, nosso Modelo, disse: "Não busco a minha glória" (Jo 8,50). São Paulo insistia no mesmo ponto: “É porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar os homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Deus” (Gl 1,10).
Adão e Eva, sendo criaturas, quiseram “ser como deuses” (cf. Gen 3,5); Jesus, sendo Deus, fez-se criatura. Da manjedoura à cruz do Calvário, toda a vida de Jesus foi vivida na humildade e na humilhação. Por isso, Jesus afirmou que no Reino de Deus os últimos serão os primeiros e quem se exaltar será humilhado.
Façamos como Santa Teresinha que procurava o último lugar...
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em www.cleofas.com.br
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Você sabe o que seu filho vê na internet?
A Internet hoje é o grande fascínio das crianças e jovens, e veio para ficar. Ela é um meio poderosíssimo de comunicações que põe o mundo dentro de sua casa e também na cabeça de seus filhos. Tem coisas maravilhosas e tem também desgraças enormes e até proposta de suicídio em grupo. Logo, os pais precisam tomar todo cuidado com esta máquina que os jovens dominam com incrível facilidade deixando a nós adultos longe.A equipe do “Portal da Família” (www.portaldafamilia.com.br) pesquisou algumas informações de Segurança para ajudar as crianças no uso da Internet. Isto pode ajudar a você que é pai a educar seus filhos. Algumas dicas de uso do citado Portal são importantes para orientar os jovens, como: 1. Lembre-se de que, na Internet, você nunca pode ter certeza de quem é a pessoa com quem você está conversando. Infelizmente, muitos mentem, e alguém que diz ser uma criança pode na verdade ser um adulto perigoso.
2. Nunca divulgue informações sobre a sua vida, como por exemplo o seu sobrenome, o seu número de telefone, onde você mora ou onde é a sua escola, sem perguntar primeiro a seus pais. Desconfie daqueles que querem saber muito sobre você, pois mesmo com poucas informações as pessoas podem descobrir onde você mora.
3. Tenha em mente as regras de segurança quando estiver online: o seu comportamento e os sites da Web que você visita determinarão em grande parte a sua segurança online. Sempre siga as regras de uso da Internet, quer esteja em casa, na escola, na biblioteca ou em outros lugares. Elas existem para garantir que você possa se divertir de maneira segura.
4. Sempre mostre respeito pelos outros: trate as pessoas que estão online como você gostaria de ser tratado. Nunca envie mensagens de e-mail ofensivas ou desagradáveis. Lembre-se de que qualquer coisa que você escrever ou enviar online pode ser reenviado a outras pessoas – por exemplo a seus pais ou à sua escola! Portanto, se você sentir a tentação de dizer algo que os outros não gostariam de ouvir (e que você mesmo não gostaria de ouvir, se viesse de outra pessoa…), abafe essa tentação!
5. Fazer planos para encontrar os seus interlocutores de Internet na vida real normalmente é uma péssima idéia, porque as pessoas podem ser muito diferentes na vida real daquilo que elas dizem ser pelo computador. Se quiserem marcar um encontro com você, não aceite. Se você quiser conhecê-los, leve os pais consigo e encoraje os seus “amigos” virtuais a fazer o mesmo. No mínimo, faça com que os seus pais e amigos reais saibam o que você vai fazer.
6. Desligue o computador se alguma coisa o deixar preocupado ou inquieto. Se alguém com quem você estiver conversando ou alguma coisa que você vir quando estiver online fizer você ter preocupação ou medo, simplesmente feche o navegador e desligue o computador. Se você não fornecer informações sobre si mesmo a ninguém, ele ou ela não poderão ameaçá-lo, e você poderá simplesmente ignorar essa pessoa ou bloqueá-la no futuro. Sempre avise os seus pais ou professores se você tiver medo ou se sentir ameaçado quando estiver online – eles sabem o que fazer.
7. Se você receber e-mails suspeitos, arquivos ou fotos de alguém que não conhece, mande-os para a lata de lixo. Você tem muito que perder se confiar em alguém que não conhece. Do mesmo modo, evite clicar nas URLs que lhe parecem suspeitas.
8. Nunca distribua as suas senhas para outros colegas.
9. Nunca faça nada que possa custar dinheiro à sua família, como por exemplo compras online, a não ser que haja algum de seus pais ajudando você a fazer isto.
10. Antes de você conversar com um desconhecido na Internet sobre algum problema que tenha ou alguma dificuldade que sinta, experimente falar com um parente compreensivo ou um amigo e conte-lhes o que você sente. Eles são um recurso muito melhor e mais digno de confiança do que um estranho numa sala de bate-papo.
11. Evite entrar em salas de bate-papo (chats) que parecem provocantes ou de muita discussão, e não deixe as pessoas online usarem o truque de fazer você pensar neles como amigos da vida real se você nunca as conheceu pessoalmente. Também não se deixe envolver em discussões e brigas online. Se for procurar problemas na Internet, você os achará com certeza, e as coisas podem sair do controle rapidamente.
Como regra geral, lembre-se sempre de que os amigos reais são os únicos amigos de verdade, mesmo que de vez em quando lhe digam alguma coisa de que você não gosta. A Internet não é um lugar para cultivar a amizade, apenas para obter informações de certo interesse.
Amigos mães e pais: façam um contrato de uso da Internet com os seus filhos!
Muitas famílias descobriram que criar uma espécie de “Termo de Compromisso” com regras para uso da Internet ajuda as crianças a adquirir uma experiência boa e construtiva na Internet e a aceitar melhor as orientações dos pais. Uma das maneiras é fazer uma reunião em família em que todos concordem em estabelecer um “acordo” ou “contrato” entre pais e filhos. Algumas famílias até imprimem esse documento no computador e o assinam em conjunto com as crianças (isto pode ser muito bom, porque evita as discussões que podem surgir depois sobre “Isto estava / não estava no contrato”).
Vejam abaixo um pequeno exemplo. Mas não é preciso segui-lo; o que interessa é que você crie o seu próprio contrato, com os pontos que lhe pareçam mais necessários para a sua família. Há outros exemplos desses contratos nos sites:
SafeKids.Com - Family Contracts for Online Safety, Smart Parent.Com - Children´s Pledge to Online Safety
1. Eu SEMPRE falarei com os meus pais, e imediatamente!, quando não entender alguma coisa na Internet, ou algo parecer assustador ou ameaçador.
2. NUNCA darei meu nome completo, endereço, número de telefone, nome ou localização da minha escola, horário, senhas, ou quaisquer outras informações que me identifiquem quando eu estiver online. SEMPRE consultarei um adulto antes se for o caso de abrir uma exceção.
3. NUNCA terei um encontro com alguém que só conheço pela Internet. Nos casos em que eu pensar que vale a pena, vou perguntar antes aos meus pais o que eles acham e, se decidir conhecer um colega da Internet, nós nos encontrarmos em um lugar público e um dos meus pais ou tutores estará comigo.
4. NUNCA responderei a qualquer mensagem que use palavrões ou palavras que me pareçam assustadoras, ameaçadoras ou estranhas. Se receber esse tipo de mensagem, vou imprimi-la antes e mostrá-la a um adulto. Se me sentir incomodado num chat, usarei o comando ignore ou simplesmente sairei desse chat.
5. NUNCA visitarei um website que custe dinheiro nem farei compras via Internet sem antes pedir permissão aos meus pais ou professores.
6. NUNCA enviarei uma foto pela Internet ou pelo correio normal a ninguém sem a permissão dos meus pais.
7. NUNCA enviarei o número do cartão de crédito dos meus pais ou do meu sem a autorização dos meus pais.
Assinatura da criança………………………………. Data ………….
Assinaturas dos pais……………………………….. Data …………. Além de tudo isso é preciso que os pais fiquem atentos aos sites pornográficos, de pedofilia, de drogas, de convites para “programas” exóticos e excêntricos como suicídio e coisas desse tipo; alguma chave de segurança pode ser usada, e isto pode ser aprendido com pessoas especialistas no assunto. Seu filho é um tesouro incalculável; não permita que outros lhe roubem a sua alma.
Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br
2. Nunca divulgue informações sobre a sua vida, como por exemplo o seu sobrenome, o seu número de telefone, onde você mora ou onde é a sua escola, sem perguntar primeiro a seus pais. Desconfie daqueles que querem saber muito sobre você, pois mesmo com poucas informações as pessoas podem descobrir onde você mora.
3. Tenha em mente as regras de segurança quando estiver online: o seu comportamento e os sites da Web que você visita determinarão em grande parte a sua segurança online. Sempre siga as regras de uso da Internet, quer esteja em casa, na escola, na biblioteca ou em outros lugares. Elas existem para garantir que você possa se divertir de maneira segura.
4. Sempre mostre respeito pelos outros: trate as pessoas que estão online como você gostaria de ser tratado. Nunca envie mensagens de e-mail ofensivas ou desagradáveis. Lembre-se de que qualquer coisa que você escrever ou enviar online pode ser reenviado a outras pessoas – por exemplo a seus pais ou à sua escola! Portanto, se você sentir a tentação de dizer algo que os outros não gostariam de ouvir (e que você mesmo não gostaria de ouvir, se viesse de outra pessoa…), abafe essa tentação!
5. Fazer planos para encontrar os seus interlocutores de Internet na vida real normalmente é uma péssima idéia, porque as pessoas podem ser muito diferentes na vida real daquilo que elas dizem ser pelo computador. Se quiserem marcar um encontro com você, não aceite. Se você quiser conhecê-los, leve os pais consigo e encoraje os seus “amigos” virtuais a fazer o mesmo. No mínimo, faça com que os seus pais e amigos reais saibam o que você vai fazer.
6. Desligue o computador se alguma coisa o deixar preocupado ou inquieto. Se alguém com quem você estiver conversando ou alguma coisa que você vir quando estiver online fizer você ter preocupação ou medo, simplesmente feche o navegador e desligue o computador. Se você não fornecer informações sobre si mesmo a ninguém, ele ou ela não poderão ameaçá-lo, e você poderá simplesmente ignorar essa pessoa ou bloqueá-la no futuro. Sempre avise os seus pais ou professores se você tiver medo ou se sentir ameaçado quando estiver online – eles sabem o que fazer.
7. Se você receber e-mails suspeitos, arquivos ou fotos de alguém que não conhece, mande-os para a lata de lixo. Você tem muito que perder se confiar em alguém que não conhece. Do mesmo modo, evite clicar nas URLs que lhe parecem suspeitas.
8. Nunca distribua as suas senhas para outros colegas.
9. Nunca faça nada que possa custar dinheiro à sua família, como por exemplo compras online, a não ser que haja algum de seus pais ajudando você a fazer isto.
10. Antes de você conversar com um desconhecido na Internet sobre algum problema que tenha ou alguma dificuldade que sinta, experimente falar com um parente compreensivo ou um amigo e conte-lhes o que você sente. Eles são um recurso muito melhor e mais digno de confiança do que um estranho numa sala de bate-papo.
11. Evite entrar em salas de bate-papo (chats) que parecem provocantes ou de muita discussão, e não deixe as pessoas online usarem o truque de fazer você pensar neles como amigos da vida real se você nunca as conheceu pessoalmente. Também não se deixe envolver em discussões e brigas online. Se for procurar problemas na Internet, você os achará com certeza, e as coisas podem sair do controle rapidamente.
Como regra geral, lembre-se sempre de que os amigos reais são os únicos amigos de verdade, mesmo que de vez em quando lhe digam alguma coisa de que você não gosta. A Internet não é um lugar para cultivar a amizade, apenas para obter informações de certo interesse.
Amigos mães e pais: façam um contrato de uso da Internet com os seus filhos!
Muitas famílias descobriram que criar uma espécie de “Termo de Compromisso” com regras para uso da Internet ajuda as crianças a adquirir uma experiência boa e construtiva na Internet e a aceitar melhor as orientações dos pais. Uma das maneiras é fazer uma reunião em família em que todos concordem em estabelecer um “acordo” ou “contrato” entre pais e filhos. Algumas famílias até imprimem esse documento no computador e o assinam em conjunto com as crianças (isto pode ser muito bom, porque evita as discussões que podem surgir depois sobre “Isto estava / não estava no contrato”).
Vejam abaixo um pequeno exemplo. Mas não é preciso segui-lo; o que interessa é que você crie o seu próprio contrato, com os pontos que lhe pareçam mais necessários para a sua família. Há outros exemplos desses contratos nos sites:
SafeKids.Com - Family Contracts for Online Safety, Smart Parent.Com - Children´s Pledge to Online Safety
1. Eu SEMPRE falarei com os meus pais, e imediatamente!, quando não entender alguma coisa na Internet, ou algo parecer assustador ou ameaçador.
2. NUNCA darei meu nome completo, endereço, número de telefone, nome ou localização da minha escola, horário, senhas, ou quaisquer outras informações que me identifiquem quando eu estiver online. SEMPRE consultarei um adulto antes se for o caso de abrir uma exceção.
3. NUNCA terei um encontro com alguém que só conheço pela Internet. Nos casos em que eu pensar que vale a pena, vou perguntar antes aos meus pais o que eles acham e, se decidir conhecer um colega da Internet, nós nos encontrarmos em um lugar público e um dos meus pais ou tutores estará comigo.
4. NUNCA responderei a qualquer mensagem que use palavrões ou palavras que me pareçam assustadoras, ameaçadoras ou estranhas. Se receber esse tipo de mensagem, vou imprimi-la antes e mostrá-la a um adulto. Se me sentir incomodado num chat, usarei o comando ignore ou simplesmente sairei desse chat.
5. NUNCA visitarei um website que custe dinheiro nem farei compras via Internet sem antes pedir permissão aos meus pais ou professores.
6. NUNCA enviarei uma foto pela Internet ou pelo correio normal a ninguém sem a permissão dos meus pais.
7. NUNCA enviarei o número do cartão de crédito dos meus pais ou do meu sem a autorização dos meus pais.
Assinatura da criança………………………………. Data ………….
Assinaturas dos pais……………………………….. Data …………. Além de tudo isso é preciso que os pais fiquem atentos aos sites pornográficos, de pedofilia, de drogas, de convites para “programas” exóticos e excêntricos como suicídio e coisas desse tipo; alguma chave de segurança pode ser usada, e isto pode ser aprendido com pessoas especialistas no assunto. Seu filho é um tesouro incalculável; não permita que outros lhe roubem a sua alma.
Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br
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